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SOLAR
3/22/2009

Inaugurado maior Microprodutor de Energia em Portugal


O condomínio dos Jardins de São Bartolomeu, na Alta de Lisboa, posiciona-se na vanguarda ao estar dotado 16 unidades de microprodução de electricidade através de energia solar (painéis fotovoltaicos) e fibra óptica.

O projecto foi inaugurado no dia 18 Março 2009, com a ligação simbólica da última unidade de microprodução pelo Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, com a presença do Director Geral da Direcção Geral de Energia e Geologia, José Manuel Perdigoto.

Com este projecto, da iniciativa dos moradores e financiado com recurso aos moradores, os Jardins de São Bartolomeu prefiguram-se como o maior condomínio residencial microprodutor em Portugal, no âmbito do Programa Renováveis na Hora, dando um contributo para a sustentabilidade ambiental da cidade de Lisboa ao ser energicamente mais eficiente em linha com as orientações da nova Carta Estratégica de Lisboa – Um Compromisso para o Futuro da Cidade.

Alguns Números do Projecto nos Jardins de São Bartolomeu:
Colocando as pessoas no centro da mudança e as mentalidades como o principal motor dessa mudança, o projecto destaca-se ainda por sensibilizar e mobilizar a sociedade civil em prol do desenvolvimento sustentável de uma forma economicamente viável, como se evidência por estes números:

•    374 fracções (apartamentos e lojas) nos Jardins de São Bartolomeu;
•    16 unidades de microprodução de energia eléctrica;
•    288 painéis fotovoltaicos;
•    500m2 de área ocupada (31,2% da área utilizada na maior central solar térmica nacional na sede da Caixa Geral Depósitos com 1.600 m2);
•    58,8 kW de potência de ligação à rede eléctrica de serviço público (o que equivale a cerca de 16% do consumo actual do condomínio);
•    80 MWh/ano de produção eléctrica (16% do consumo actual das áreas comuns do condomínio ou, de outro modo, o consumo anual de 23 famílias
•    38 toneladas de emissões de gases com efeito de estufa evitadas em cada ano (equivale às
emissões de 18 veículos utilitários percorrendo 15 000 km ou a 5 viagens de avião de ida e volta entre Portugal e a Nova Zelândia);
•    + 315 mil euros de investimento (retorno estimado do investimento 6,5 anos);
•    + 50 mil euros/ano de receitas pela venda da energia produzida (o equivalente a cerca 95% dos custos actuais do condomínio com electricidade).
 


PER


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Última actualização 2/2/2017